Mas não eram da Couto ou Vitória!
Continuámos e, finalmente chegámos às almejadas Fontainhas. Deparámos com filas de dezenas de pessoas á espera de vez para comprarem as ditas cujas. Com aquele calor, com aquelas filas de "penitentes" decidi continuar e apreciar o corrupio dos veraneantes na alameda.
Na fonte, onde nos outros anos, sempre tinha o S . João com o cordeirinho ao colo, agora só tinha o santo sem o cordeiro. Puseram aos seus pés um carneiro deitado. O coitado do herbívoro cresceu! Ao lado da fonte, via-se um homem atarefado a vender velas para quem fosse devoto e pusesse as velinhas acesas dedicadas ao santo, no topo da parede granítica que circundava a fonte. E eram muitas velas a arder. Grande fumarada! Boa exploração de ... negócio!
Perante aquela realidade, resolvemos voltar de mãos a abanar e barrigas a reclamar .
Quando, atravessada a ponte e já em Gaia, passámos pelas ditas barracas de farturas, a minha esposa não resistiu mais ao cansaço e larica. Abancámos numa delas onde finalmente as farturas e churros foram uma realidade. A "MARCA" das farturas foram da rulote FÁTIMA, lá serviram para serem provadas.
Enfim ...
"Ano melhorano, Deus me deixe voltar para o ano". Provérbio popular, adaptado por mim a este caso, que a minha mãe tinha o hábito de dizer quando comia algo, pela primeira vez no ano.
Um comentário:
Grande passeio com objectivo final defraudado no local, mas com óptimas fotos, em especial o céu da segunda.
Mas finalmente a digníssima esposa, como sempre, salvou a situação com produtos locais e mesmo a chegar ao domicílio.
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